A luta continua na <i>SATA</i>
Os trabalhadores da SATA Air Açores vão voltar à greve às horas extraordinárias, entre os dias 1 e 15, e entrar ao serviço duas horas mais tarde em cada turno, saindo uma hora mais cedo, contra a pretensão de segmentar a companhia aérea que efectua as ligações entre as ilhas dos Açores, e entre o arquipélago e o continente.
O pré-aviso de greve na companhia de que o Governo Regional dos Açores é o maior accionista, foi apresentado, segunda-feira, pelo Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos, que alerta para a redução de postos de trabalho em consequência da segmentação, de que resultaria também a entrega de áreas estratégicas da empresa ao capital privado.
Os trabalhadores cumpriram um primeiro período de greve, de 12 dias, ao trabalho suplementar, iniciado a 30 de Julho, que causou grandes atrasos e o cancelamento de voos.
No pré-aviso do Sitava/CGTP-IN salienta-se, igualmente, a preocupação dos trabalhadores com o aumento da precariedade na companhia aérea e com a multiplicação de regulamentos laborais, de empresa para empresa, e entre os vários segmentos da actividade.
Porque se tem agravado a «degradação das relações laborais no interior da SATA», e porque a administração e o governo regional parecem continuar apostados em prosseguir com o processo de segmentação, depois das eleições regionais de Outubro, os trabalhadores decidiram endurecer o protesto, alertando também para o pior serviço que a SATA proporcionaria aos seus clientes, caso a segmentação se concretizasse.
Para o Sitava, a segmentação apenas beneficia os investidores privados que, desta forma, teriam mais «oportunidades de lucro imediato».
O sindicato também recordou a situação no ramo SATA – Gestão de Aeródromos, uma nova empresa do Grupo onde os trabalhadores estão excluídos da contratação colectiva.
O pré-aviso de greve na companhia de que o Governo Regional dos Açores é o maior accionista, foi apresentado, segunda-feira, pelo Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos, que alerta para a redução de postos de trabalho em consequência da segmentação, de que resultaria também a entrega de áreas estratégicas da empresa ao capital privado.
Os trabalhadores cumpriram um primeiro período de greve, de 12 dias, ao trabalho suplementar, iniciado a 30 de Julho, que causou grandes atrasos e o cancelamento de voos.
No pré-aviso do Sitava/CGTP-IN salienta-se, igualmente, a preocupação dos trabalhadores com o aumento da precariedade na companhia aérea e com a multiplicação de regulamentos laborais, de empresa para empresa, e entre os vários segmentos da actividade.
Porque se tem agravado a «degradação das relações laborais no interior da SATA», e porque a administração e o governo regional parecem continuar apostados em prosseguir com o processo de segmentação, depois das eleições regionais de Outubro, os trabalhadores decidiram endurecer o protesto, alertando também para o pior serviço que a SATA proporcionaria aos seus clientes, caso a segmentação se concretizasse.
Para o Sitava, a segmentação apenas beneficia os investidores privados que, desta forma, teriam mais «oportunidades de lucro imediato».
O sindicato também recordou a situação no ramo SATA – Gestão de Aeródromos, uma nova empresa do Grupo onde os trabalhadores estão excluídos da contratação colectiva.